
BRASIL – Ouvidoria, entidades de direitos humanos e parlamentares repudiam morte de criança de 4 anos e jovem de 17 em operação policial em Santos.
A tragédia gerou revolta e indignação por parte da Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo, entidades de defesa dos direitos humanos e parlamentares. Segundo informações divulgadas, o disparo que atingiu o menino Ryan teria partido da arma de um policial militar, o que causou ainda mais comoção e questionamentos sobre a atuação policial.
As entidades que emitem a nota de repúdio apontam que a atuação da Polícia Militar, especialmente em bairros pobres e nas periferias, tem se tornado cada vez mais violenta e desmedida, resultando em vítimas inocentes, como no caso do menino Ryan. Eles destacam que a gestão da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo e o comando da PMESP não podem considerar a morte de crianças como algo aceitável em suas ações.
Além disso, as entidades mencionam casos anteriores de violência policial, evidenciando um padrão de comportamento que resulta em mortes e violação dos direitos fundamentais. A falta de controle sobre os abusos policiais e a sensação de impunidade dos policiais são apontadas como fatores que contribuem para essas tragédias.
É importante ressaltar que o pai do menino Ryan também foi vítima de violência policial, perdendo a vida durante uma operação da Polícia Militar no início do ano. As organizações que assinam a nota de repúdio destacam a necessidade de uma polícia profissional e que atue dentro da lei, rompendo com o ciclo de violência e morte que tem assolado as periferias do estado de São Paulo.
Diante de mais essa triste ocorrência, a sociedade clama por justiça, por medidas efetivas para coibir a violência policial e garantir a segurança e integridade de todos os cidadãos. É fundamental que as autoridades competentes investiguem profundamente o caso e tomem as medidas necessárias para evitar que novas tragédias como essa se repitam.


