
BRASIL – Uruguaios envolvidos em conflitos no Rio têm prisão preventiva decretada após audiências de custódia no Recreio durante partida da Libertadores.
Nesse contexto, a Justiça do Rio de Janeiro converteu a prisão em flagrante de 21 uruguaios em preventiva. A medida foi tomada devido ao envolvimento deles nos confrontos ocorridos durante o evento esportivo. Dos detidos, apenas um indivíduo, Richard Andreas Soler Pereira, foi liberado, enquanto os demais permaneceram presos.
Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), os juízes responsáveis pelas audiências destacaram que a maioria dos detidos estava armada com paus no momento da prisão. Dentre os uruguaios que tiveram a prisão convertida em preventiva estão Alvaro Marcelo Garin, Nikleson Cabrera, Michael Nicols, Federico Gonzales, entre outros.
Além disso, mais de 200 torcedores do Peñarol foram detidos pela Polícia Militar e levados para a Cidade da Polícia, no bairro do Jacaré, zona norte do Rio. Os uruguaios foram autuados por diversos crimes, como porte ilegal de arma de fogo, furto, lesão corporal, roubo, dano qualificado e associação criminosa.
Diante dos incidentes, o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Victor Santos, admitiu uma falha no planejamento de recepção e monitoramento dos torcedores do Peñarol. Ele ressaltou a importância de rever os processos e falou sobre a necessidade de apurar possíveis responsabilidades no ocorrido.
Após os confrontos, o efetivo policial foi reforçado para a partida entre Botafogo e Peñarol no Estádio Nilton Santos. As investigações sobre o caso prosseguem, com a análise de imagens e oitivas a fim de identificar e responsabilizar os envolvidos nos incidentes que marcaram a semifinal da Copa Libertadores no Rio de Janeiro.


