
BRASIL – 56 pessoas são presas por crimes eleitorais durante o primeiro turno das eleições municipais, diz Polícia Federal
Os eleitores de 5.569 municípios brasileiros foram às urnas para escolher os prefeitos e vereadores que irão representá-los pelos próximos quatro anos. Um dos pontos de destaque no dia da eleição foi a proibição do uso de instrumentos que identificassem partido, coligação ou federação, como bandeiras, adesivos e camisetas. A legislação eleitoral prevê que a preferência do eleitor seja manifestada de forma individual e silenciosa durante o processo de votação.
Durante o pleito, também foram registrados casos de crimes eleitorais como uso de alto-falantes, amplificadores de som, realizações de comícios e carreatas, persuasão do eleitorado e propaganda de boca de urna. Além disso, foi destacado que o transporte de armas e munição por colecionadores, atiradores e caçadores tornou-se crime nas 24 horas antes e depois das eleições em todo o país.
É importante ressaltar que, exceto para agentes em serviço, como aqueles que atuam no policiamento ou na segurança de estabelecimentos penais e unidades de internação de adolescentes, a posse de armamento nesse período é proibida, mesmo para civis com porte ou licença estadual.
A Polícia Federal permanece atuante durante todo o processo eleitoral, investigando e coibindo práticas ilegais que possam comprometer a lisura e a transparência das eleições no Brasil. A segurança e a legalidade do pleito são prioridades para garantir a democracia e a escolha livre dos representantes municipais pelos cidadãos.









