
Justiça recebe denúncia contra coaches por promoverem curso de pegação em São Paulo, incluindo menores de idade em prática.
Segundo relatos, os coaches teriam realizado uma festa em uma mansão no bairro nobre do Morumbi, em São Paulo, onde seus alunos praticariam as técnicas aprendidas no curso. Mulheres presentes alegaram não ter conhecimento prévio do curso, sendo filmadas e fotografadas sem consentimento. A investigação aponta que os suspeitos lucraram com a exploração das mulheres, caracterizando práticas de turismo sexual.
O brasileiro Fabrício Marcelo Silva de Castro Junior teve seu passaporte apreendido para evitar a saída do país durante o processo. A defesa do acusado argumenta que a medida é desproporcional, ressaltando a colaboração do cliente com as autoridades. Os estrangeiros alegaram, em contato com a imprensa, que estavam em São Paulo para uma conferência de namoro e negaram ligação entre a festa e o curso.
Após a repercussão do caso, os coaches se pronunciaram em uma live, alegando serem vítimas da cultura do cancelamento e criticando as mulheres envolvidas no caso. Entre as declarações polêmicas, os acusados fizeram comentários pejorativos sobre as mulheres que denunciaram o ocorrido. A defesa do brasileiro e a versão dos acusados contrapõem-se em um cenário marcado por acusações graves de exploração e conduta inadequada. O desenrolar do processo judicial tende a revelar mais detalhes sobre o caso.









