
BRASIL – Taxa de juros para pessoa física no crédito livre cai em julho, mostra relatório do Banco Central; empresas também registram variação.
No caso das empresas, a taxa média cobrada no mercado livre pelas instituições financeiras ficou em 21,2% ao ano, com um aumento de 0,3 ponto percentual. Ao comparar com o mesmo período de 2023, quando a taxa estava em 23% ao ano, houve uma redução de 1,8 ponto percentual.
Em relação à inadimplência, o percentual de pessoas físicas em situação de inadimplência manteve-se estável desde janeiro de 2024, com 5,5% das pessoas com dívidas em atrasos superiores a 90 dias. Em julho de 2023, esse número era de 6,2%. Já no caso das pessoas jurídicas, o percentual de empresas inadimplentes foi de 2,9%, representando uma queda de 0,2 ponto percentual em comparação com junho e de 0,4 ponto percentual em relação a julho de 2024.
O crédito rotativo, modalidade que apresenta as taxas mais altas do mercado, teve a taxa média de juros cobrada pelo cartão de crédito parcelado para pessoas físicas em 178% ao ano, uma redução de 4,5 pontos percentuais em comparação com o mês anterior e de 20,3 pontos percentuais em relação a julho de 2023. Para o crédito rotativo, a taxa cobrada foi de 432,3% ao ano em julho, representando uma queda de 9 pontos percentuais em comparação com o mesmo mês do ano anterior.
Os juros médios cobrados no cheque especial também apresentaram uma redução de 3,5 pontos percentuais em julho, ficando em 127,8% ao ano. Já a taxa média cobrada no crédito pessoal consignado se manteve estável em 23,2% ao ano, enquanto o crédito pessoal não consignado teve um aumento de 1,9 ponto percentual em relação a junho, chegando a 89,5% ao ano.
Esses dados refletem um cenário de melhoria nas taxas de juros para os consumidores e empresas, indicando um possível estímulo ao crédito e ao consumo na economia.









