
BRASIL – “Ações de combate aos incêndios: população deve se proteger e evitar exposição aos poluentes e à fumaça intensa”
Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, é importante aumentar a ingestão de água e líquidos para manter as vias respiratórias úmidas, reduzindo os danos causados pela exposição à fumaça. Além disso, é essencial minimizar a permanência em áreas externas durante os períodos de maior concentração de poluentes, buscando sempre permanecer em ambientes ventilados e, se possível, com ar condicionado ou purificadores de ar.
Para evitar a inalação de partículas grossas, especialmente para aqueles que vivem próximos às áreas atingidas pelos incêndios, recomenda-se o uso de máscaras cirúrgicas, de pano ou respiradores especiais. Crianças menores de 5 anos, idosos acima de 60 anos e gestantes merecem uma atenção redobrada, já que estão mais suscetíveis aos efeitos nocivos da fumaça.
Em caso de sintomas respiratórios ou problemas de saúde, é fundamental buscar ajuda médica imediata. Pessoas com condições cardíacas, respiratórias ou imunológicas devem manter seus tratamentos atualizados e ter medicamentos disponíveis para possíveis crises.
O Ministério da Saúde coordena o monitoramento das áreas afetadas pelos incêndios, através da Vigilância em Saúde Ambiental e Qualidade do Ar (VIGIAR) e da Sala de Situação Nacional de Emergências Climáticas em Saúde. Semanalmente, são enviados dados e orientações para os estados e o Distrito Federal, visando minimizar a exposição da população aos problemas decorrentes das queimadas.
Portanto, é fundamental que todos estejam atentos e sigam as recomendações das autoridades de saúde para proteger a si mesmos e suas famílias dos impactos negativos dos incêndios florestais. A prevenção e a informação são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar de todos em tempos de crise ambiental.









