
BRASIL – Trabalhadores dos Correios entram em greve por tempo indeterminado após rejeitar proposta da empresa em relação a reajuste salarial e plano de saúde.
Na manhã seguinte, os Correios divulgaram uma nota afirmando que as operações estavam ocorrendo normalmente em todo o Brasil, com agências abertas e todos os serviços disponíveis. A empresa destacou que medidas como remanejamento de funcionários e horas extras estavam sendo adotadas para cobrir eventuais ausências decorrentes da greve.
A proposta dos trabalhadores, apresentada no final de maio, abordava questões econômicas, benefícios, plano de saúde e disposições gerais. Entre as demandas estavam a correção integral dos salários de acordo com o INPC, a retomada de benefícios extras e a diminuição da participação dos empregados no custeio do plano de saúde.
Já a proposta da empresa incluía um aumento de 6,05% nos salários a partir de 2025, além de outras melhorias nos benefícios. No entanto, as questões referentes ao plano de saúde ainda não foram totalmente resolvidas, o que motivou a greve dos trabalhadores.
A Findect, que representa cinco sindicatos da categoria, informou que outros cinco sindicatos filiados à Fentect também aderiram à greve. Alguns sindicatos, como o Sintect-DF, optaram por manter um “estado de greve” enquanto negociam com a empresa. O diretor de comunicação do sindicato ressaltou a importância do diálogo, mas afirmou que a paralisação pode se tornar uma realidade se não houver avanços nas negociações.
A situação entre os Correios e seus trabalhadores permanece indefinida, com ambas as partes buscando resolver suas divergências e chegar a um acordo que atenda às demandas da categoria. Enquanto isso, os serviços postais no país podem sofrer impactos devido à greve em curso.









