
BRASIL – Apagão cibernético global revela riscos do armazenamento em nuvem: especialista alerta para necessidade de proteger sistemas sensíveis
A pane foi causada por uma falha na atualização do sensor de segurança CrowdStrike Falcon, utilizado por empresas como a Microsoft, proprietária do Windows. A interrupção provocou caos em aeroportos na América do Norte e Europa. No Brasil, o impacto foi sentido de maneira menos intensa, com falhas em aplicativos bancários e sistemas hospitalares.
Amadeu alertou para a vulnerabilidade dos sistemas tecnológicos em geral e ressaltou que a falha ter ocorrido no serviço de nuvem da Microsoft evidencia a necessidade de proteger sistemas sensíveis. O armazenamento em nuvem permite o acesso remoto a dados e arquivos, mas a concentração desse serviço nas mãos de poucas grandes empresas gera preocupações em relação à segurança e soberania digital.
A concentração de dados em provedores estrangeiros, como os datacenters da Microsoft nos Estados Unidos, pode gerar impactos econômicos globais, como o apagão cibernético observado. O pesquisador ressaltou a importância de discutir a soberania digital e avaliar a hospedagem de informações de instituições sensíveis em servidores remotos.
Amadeu destacou a necessidade de considerar a possibilidade de hospedar dados dentro da própria empresa ou no próprio país, como uma medida para mitigar os riscos associados ao acesso remoto de sistemas e informações. O episódio do apagão cibernético global serve como um alerta sobre os desafios de garantir a segurança cibernética em um mundo cada vez mais dependente da tecnologia e da nuvem.









