
BRASIL – Polícia Federal realiza operação para fiscalizar empresas clandestinas de segurança privada em 25 capitais e no Distrito Federal, resultando em diversas autuações e prisões.
Coordenada pela Divisão de Controle e Fiscalização de Segurança Privada, a operação ocorre desde 2017 e tem como objetivo encerrar as atividades de empresas que oferecem serviços de segurança privada sem a devida autorização da Polícia Federal. Segundo a PF, a contratação desses serviços clandestinos representa um risco à integridade física das pessoas e ao patrimônio, uma vez que os “seguranças” não passam pelo controle de antecedentes criminais, formação e aptidão física e psicológica exigidos pela legislação.
No Rio de Janeiro, a operação resultou em 15 autos de encerramento de atividades de segurança não autorizada e um auto de apreensão. Já no interior do Pará, o trabalho teve o apoio de um grupo tático da PF devido às suspeitas de atuação de milícias na prestação de serviços de segurança privada. Em Santarém (PA), foram identificados três policiais atuando como seguranças particulares com armas da corporação, sem curso de vigilante.
Na região de Santa Catarina, um homem foi preso e teve sua arma apreendida por atuar como vigilante utilizando armamento pessoal, enquanto um estrangeiro foi autuado por exercer atividades de segurança privada de forma irregular. Em Alagoas, quatro empresas de vigilância foram fechadas por operarem de maneira irregular.
A operação visa garantir que apenas empresas autorizadas pela Polícia Federal possam prestar serviços de segurança privada, assegurando assim a segurança e a legalidade desses serviços em todo o território nacional.









