
BRASIL – Obesidade atinge níveis alarmantes no mundo, alerta a OMS em novo estudo publicado pelo The Lancet: mais de 1 bilhão de pessoas estão obesas.
De acordo com a OMS, apesar de as taxas de subnutrição terem diminuído, ainda representam um desafio de saúde pública em muitas regiões, especialmente no sudeste asiático e na África Subsaariana. A subnutrição, que inclui atrofia, atraso no crescimento e baixo peso, vitaminas ou minerais inadequados, além do excesso de peso e obesidade, ainda é responsável por metade das mortes de crianças menores de 5 anos.
A obesidade, por sua vez, pode causar doenças não transmissíveis como doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer. A OMS enfatiza a importância de prevenir e controlar a obesidade desde a infância até a fase adulta, por meio de dieta equilibrada, prática de atividade física e cuidados adequados.
Segundo a entidade, a obesidade é uma doença crônica complexa, com causas bem compreendidas e intervenções claras para conter a crise. No entanto, essas intervenções muitas vezes não são implementadas adequadamente. Durante a Assembleia Mundial da Saúde, os Estados-membros adotaram o Plano de Aceleração da OMS para conter a obesidade até 2030, com 31 governos já liderando o caminho para combater essa epidemia.
Para combater os índices de obesidade, a OMS propõe ações como a promoção e apoio à amamentação desde o primeiro dia de vida, regulamentação da publicidade de alimentos e bebidas para crianças, políticas de alimentação e nutrição escolar, entre outras medidas educacionais e preventivas. A integração dos serviços de prevenção e gestão da obesidade nos cuidados de saúde primários também é destacada como essencial no combate a essa epidemia global.









