
Empresário é denunciado por atentado contra ex-prefeita de Maceió e tem prisão preventiva mantida pela Justiça de Alagoas.
O atentado, que ocorreu no início de fevereiro, envolveu disparos de arma de fogo e perseguição, demonstrando um comportamento homofóbico nas redes sociais por parte do acusado, especialmente direcionado à orientação sexual da ex-prefeita. O juiz ressaltou a natureza persistente das ameaças de Miranda, que visavam a integridade física e psicológica das vítimas, usando arma de fogo para intimidar.
Além disso, o juiz ressaltou a gravidade e a quantidade de crimes cometidos em curto período, indicativos de uma escalada de ameaças com potencial de causar danos ainda maiores às vítimas e seus familiares. Essa observação fortaleceu a decisão de manter Miranda sob custódia, considerando a investigação de delitos similares que pesam sobre ele.
A defesa de Miranda apresentou um atestado de insanidade mental e argumentou sobre a dependência de seu pai idoso na tentativa de revogar a prisão. No entanto, tais alegações foram rejeitadas pelo juiz, que não viu motivos de saúde que justificassem medidas alternativas à prisão preventiva, nem evidências de que o réu fosse o único cuidador do pai, mantendo assim a prisão preventiva sem alterações.









