MACEIÓ – Secretaria Municipal de Saúde promove Dia H: ação do Janeiro Roxo atende 42 pessoas e confirma 3 casos de hanseníase.

Na última terça-feira (30), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Maceió realizou uma importante ação como parte das atividades do Janeiro Roxo, mês dedicado ao combate à hanseníase. O evento, conhecido como Dia H, teve como local a Unidade de Referência em Saúde (URS) Roland Simon, localizada no bairro Vergel do Lago, mais especificamente na Rua Cabo Reis.

Das 8h às 19h, uma equipe de saúde especializada ofereceu atendimento a todos que estiveram presentes no local, com o objetivo de identificar e tratar possíveis casos da doença. A iniciativa buscou realizar diagnósticos precoces, oferecer tratamento adequado e promover a conscientização sobre a hanseníase na comunidade.

Andrea Silva, técnica do Programa de Controle da Hanseníase de Maceió, enfatizou a importância da ação, destacando que foram atendidas um total de 42 pessoas, sendo três casos de hanseníase confirmados. Segundo ela, houve uma maior procura durante a tarde, possivelmente devido à cobertura da imprensa, que contribuiu para conscientizar a população e despertar o interesse da comunidade. A técnica também ressaltou que a ação teve sucesso em termos educativos.

Os números obtidos durante o Dia H reforçam a importância de iniciativas desse tipo, que possibilitam o rápido acesso a diagnósticos e tratamentos, contribuindo para o controle e a redução da incidência da doença.

Apesar de ser uma enfermidade curável, a hanseníase ainda representa um desafio para a saúde pública. A falta de informação e o estigma social podem dificultar a busca por tratamento, prolongando o sofrimento dos pacientes e aumentando o risco de incapacidades físicas.

Diante do impacto positivo da ação do Dia H, Andrea Silva ressaltou a necessidade contínua de combater a hanseníase, mobilizando a população e realizando atividades educativas como essa. Segundo ela, é essencial promover a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce, desmistificar preconceitos e assegurar o acesso ao tratamento. A persistência desses esforços, de acordo com a técnica, contribui para reduzir a incidência da doença, aliviar o sofrimento dos pacientes e construir uma comunidade mais saudável e informada.