
BRASIL – Ministra da Igualdade Racial aguarda resultados oficiais sobre investigações do assassinato de Marielle Franco
O assassinato de Marielle e Anderson completa seis anos em março, e, com a entrada da Polícia Federal nas investigações em 2023, alguns avanços foram alcançados. A delação premiada de Élcio Queiroz, que dirigia o carro usado no crime, apontou Ronnie Lessa como o autor dos assassinatos. A recente notícia de que Lessa teria aceitado realizar uma nova delação premiada trouxe uma renovada esperança para a família e para Monica Benício, a viúva de Marielle Franco. Ela enfatizou que, se a delação de Lessa for realizada, a veracidade das informações precisará ser comprovada pelas instituições responsáveis pelas investigações.
Monica Benício também criticou a atuação de alguns veículos de imprensa, acusando-os de priorizarem o sensacionalismo em relação ao caso Marielle e Anderson. No entanto, ela reconheceu o papel crucial da imprensa no avanço das investigações e na busca por justiça. O Comitê Justiça por Marielle e Anderson, que inclui o Instituto Marielle Franco, a viúva de Anderson Gomes, Ágatha Reis, a Anistia Internacional, o Terra de Direitos, a Justiça Global e a vereadora Monica Benício, emitiu uma nota pedindo por respostas sobre quem mandou matar Marielle e por quê, e reafirmando o compromisso em lutar por justiça e reparação.
A ministra Anielle Franco finalizou seu pronunciamento nas redes sociais relembrando a dor que sua família tem enfrentado nos últimos anos e reiterando a necessidade do Estado brasileiro em resolver o caso. A esperança e a luta por justiça permanecem vivas para os familiares e apoiadores das vítimas, à medida que aguardam mais desenvolvimentos nas investigações. A mídia, as autoridades e a sociedade como um todo continuam engajadas na missão de esclarecer os assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes.









