
BRASIL – Ministros da Defesa prometem projeto para atuação definitiva das Forças Armadas na Terra Indígena Yanomami após pedido de presidente.
Na manhã desta segunda-feira (22), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, anunciou a apresentação de um projeto para uma atuação definitiva das Forças Armadas na região da Terra Indígena Yanomami (TIY), localizada no Norte do Brasil. A proposta surge após um pedido feito pelo ministro da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, que está coordenando uma operação interministerial na região. O objetivo do projeto é estabelecer a presença duradoura das forças de segurança na área para criar uma resposta efetiva aos desafios enfrentados pelos povos indígenas locais.
Durante uma entrevista à Agência Brasil, o diretor de Amazônia e Meio Ambiente da Polícia Federal (PF), Humberto Freire de Barros, confirmou que aviões ilegais têm entrado diariamente no Território Yanomami, de acordo com denúncias feitas por líderes indígenas locais. A falta de controle do espaço aéreo próximo à TIY tem permitido a continuidade de atividades ilegais, como garimpo, representando uma ameaça aos habitantes da região.
José Múcio explicou que, após a primeira ocorrência na TI Yanomami, que resultou na prestação de assistência conjunta por diversos ministérios, ele acreditava que a crise teria parado. No entanto, os problemas retornaram, levando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a pedir uma solução definitiva para a situação. O ministro afirmou que a proposta que será apresentada ao governo federal não será uma solução de emergência, mas sim uma ação para atender às necessidades emergenciais e, ao mesmo tempo, criar uma resposta duradoura.
O ministro da Defesa também destacou que as Forças Armadas têm trabalhado ativamente na região, entregando cerca de 36,6 mil cestas de alimentos aos yanomami nos últimos 12 meses. Além disso, está prevista a entrega de mais 15 mil cestas de alimentos até o final de março como parte da Operação Catrimani, uma ação determinada por meio da Portaria n° 263/2024. No entanto, José Múcio ressaltou que é preciso compatibilizar a disposição das Forças Armadas com a disponibilidade de recursos para atender às demandas da região.
O ministro enfatizou a importância do diálogo interministerial e reforçou o compromisso das Forças Armadas em colaborar no desenvolvimento de uma solução para a crise na Terra Indígena Yanomami. Ele também se mostrou aberto ao feedback e à correção de possíveis erros, reafirmando o compromisso de atender às necessidades da região de forma proativa.
Durante uma entrevista à Agência Brasil, o diretor de Amazônia e Meio Ambiente da Polícia Federal (PF), Humberto Freire de Barros, confirmou que aviões ilegais têm entrado diariamente no Território Yanomami, de acordo com denúncias feitas por líderes indígenas locais. A falta de controle do espaço aéreo próximo à TIY tem permitido a continuidade de atividades ilegais, como garimpo, representando uma ameaça aos habitantes da região.
José Múcio explicou que, após a primeira ocorrência na TI Yanomami, que resultou na prestação de assistência conjunta por diversos ministérios, ele acreditava que a crise teria parado. No entanto, os problemas retornaram, levando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a pedir uma solução definitiva para a situação. O ministro afirmou que a proposta que será apresentada ao governo federal não será uma solução de emergência, mas sim uma ação para atender às necessidades emergenciais e, ao mesmo tempo, criar uma resposta duradoura.
O ministro da Defesa também destacou que as Forças Armadas têm trabalhado ativamente na região, entregando cerca de 36,6 mil cestas de alimentos aos yanomami nos últimos 12 meses. Além disso, está prevista a entrega de mais 15 mil cestas de alimentos até o final de março como parte da Operação Catrimani, uma ação determinada por meio da Portaria n° 263/2024. No entanto, José Múcio ressaltou que é preciso compatibilizar a disposição das Forças Armadas com a disponibilidade de recursos para atender às demandas da região.
O ministro enfatizou a importância do diálogo interministerial e reforçou o compromisso das Forças Armadas em colaborar no desenvolvimento de uma solução para a crise na Terra Indígena Yanomami. Ele também se mostrou aberto ao feedback e à correção de possíveis erros, reafirmando o compromisso de atender às necessidades da região de forma proativa.









