
Manifestantes interditam Avenida Fernandes Lima em protesto contra empresa Braskem e cobram providências para afundamento do solo em Maceió
A situação na região do Cepa ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) é mais crítica, com a interdição total devido ao protesto. Os manifestantes têm a intenção de seguir rumo ao Centro de Apoio Operacional do Ministério Público de Alagoas (CAOP) após a interdição.
Além disso, outro protesto está agendado para o dia 13 de dezembro, no bairro do Jaraguá. O trajeto previsto inclui passagens na frente das sedes da Câmara dos Vereadores e da Prefeitura de Maceió, na Rua Sá e Albuquerque.
O protesto é organizado pelo Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB) e pela Associação de Empreendedores Vítimas da Mineração em Maceió, contando com a participação de moradores dos bairros afetados que foram desapropriados e também dos remanescentes.
A problemática gerada pela atuação da Braskem nos bairros de Maceió tem gerado grande mobilização por parte das comunidades afetadas. A empresa é acusada de provocar danos irreparáveis na região, com consequências diretas na vida dos moradores.
O cenário de protestos e manifestações é um reflexo da insatisfação e da busca por soluções para os problemas enfrentados. A presença de moradores desapropriados e remanescentes na manifestação mostra a união e a determinação de lutar por justiça e reparação.
A Braskem tem sido alvo de críticas e pressão por parte das comunidades afetadas, que seguem em busca de medidas que possam minimizar os danos causados pela atuação da empresa. A situação continua a exigir atenção e a mobilização da sociedade para que as demandas das vítimas sejam atendidas de forma justa e eficaz.









