
Moradores desalojados devido ao risco de colapso em mina da Braskem conseguem permissão judicial para recuperar pertences
A advogada Thayna Lobato Vieira, representante de uma das famílias desalojadas, relatou que uma das moradoras teve um princípio de derrame devido à situação crítica. Segundo ela, a família foi forçada a desocupar de forma truculenta, deixando para trás documentos e até mesmo os animais de estimação.
Após buscarem autorização na Defesa Civil do Município, o pedido inicialmente foi negado, o que gerou mais preocupação e desamparo para as famílias. No entanto, após protocolarem um pedido de urgência, o magistrado da Justiça Federal prontamente atendeu a solicitação, permitindo não apenas que a família representada por Thayna, mas também outras em situação semelhante, temporariamente retornem para recuperar seus pertences.
A decisão estabelece que os moradores deverão ser acompanhados por membros da Defesa Civil, visando garantir a segurança das pessoas durante o retorno. A advogada ressaltou a importância da família estar em contato com a Defesa Civil para entender os procedimentos necessários para viabilizar esse retorno.
A situação vivida por essas famílias é um reflexo da urgência e gravidade da situação enfrentada no bairro do Mutange, que, de acordo com informações, tem sofrido com os impactos do desastre causado pela mineração. A permissão judicial para o retorno e recuperação dos pertences traz um pouco de alívio e esperança para essas famílias que passaram por momentos de desespero e incerteza.
É fundamental que a empresa Braskem e as autoridades competentes estejam atentas para garantir que as famílias sejam assistidas de forma adequada e que medidas efetivas sejam tomadas para mitigar os danos causados por esse desastre. Acompanharemos de perto a evolução dessa situação e a garantia de assistência e segurança para essas famílias.









