Padeiro de 53 anos é baleado na cabeça durante assalto em Maceió, confirma Polícia Civil de Alagoas

Padeiro de 53 anos é baleado na cabeça durante assalto em Maceió

Na última quinta-feira (23), um padeiro de 53 anos foi vítima de um assalto que resultou em um ferimento na cabeça provocado por uma arma de pressão do tipo airsoft. O crime ocorreu no bairro da Jatiúca, em Maceió, e a Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) confirmou a informação após realização de exame de corpo de delito pelo médico Avelar Holanda, do Instituto Médico Legal de Maceió (IML).

De acordo com o exame, o padeiro sofreu um pequeno ferimento na parte frontal da cabeça, resultante do disparo da arma de pressão utilizada no assalto. A vítima já foi ouvida pela polícia e as investigações estão em andamento para esclarecer totalmente o caso, bem como para identificar, localizar e prender os acusados do roubo.

O caso chamou atenção para a utilização desse tipo de arma em crimes, uma vez que a vítima foi alvejada por uma arma de pressão que, embora não seja letal, ainda assim causou um ferimento. A utilização de armas de pressão em assaltos é uma prática preocupante, uma vez que, embora não cause morte, pode resultar em ferimentos graves.

Segundo as autoridades, está sendo realizado um esforço conjunto para localizar e prender os responsáveis pelo assalto e pelo ferimento causado ao padeiro. A PC/AL está intensificando as diligências para garantir a segurança da população e coibir esse tipo de crime na região.

A comunidade local está preocupada com a ocorrência desse tipo de crime, que tem se tornado mais frequente na região. As autoridades estão trabalhando para conter a prática de assaltos utilizando armas de pressão e garantir a segurança dos cidadãos.

Esse caso serve como alerta para a comunidade e ressalta a importância de denunciar qualquer atividade criminosa às autoridades competentes. A colaboração da população é fundamental para auxiliar a polícia na identificação e prisão dos criminosos, a fim de garantir a segurança e a tranquilidade de todos.

A PCs/AL segue empenhada nas investigações e na busca pelos responsáveis, e a comunidade espera que a justiça seja feita e que esse tipo de crime seja coibido na região.