BRASIL – Onda de calor gera alerta máximo em sete estados do Centro-Oeste e Sudeste, com temperaturas chegando a 44°C, segundo Inmet.

Sete estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste do país estão em alerta máximo devido à onda de calor que atinge essas localidades. As temperaturas podem chegar aos 44°C, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O órgão emitiu um alerta de “grande perigo” de incêndios florestais, indicando que as temperaturas estão acima da média para o período por pelo menos cinco dias. No total, 1.138 municípios devem ser afetados pelas altas temperaturas.

Além disso, há alertas laranja (“perigo”) e amarelo (“perigo potencial”) de baixa umidade para 15 estados nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, interior do Sudeste e Nordeste, onde a umidade relativa do ar pode chegar a 12%.

No Sul do país, o alerta é para tempestades causadas por uma frente fria, com chuvas intensas e ventos de até 100 km/h. Há também a possibilidade de queda de granizo e risco de cortes no fornecimento de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

Diante desse cenário, os cuidados com a saúde devem ser redobrados. Os sintomas de insolação e desidratação incluem dores de cabeça, tontura, náusea, pele quente e seca, câimbras, pulso rápido, temperatura elevada, distúrbios visuais e confusão mental. É importante procurar ajuda ao apresentar esses sinais, tentar refrescar o corpo em um local protegido do sol e ingerir bastante líquido.

Especialistas recomendam ingerir muita água, consumir frutas, legumes e vegetais, usar soro para hidratar nariz e olhos, aplicar protetor solar, vestir roupas leves e manter os ambientes ventilados. Os idosos são ainda mais vulneráveis à desidratação e, portanto, demandam cuidados especiais. Em caso de sintomas, é recomendado procurar atendimento em unidades de saúde para avaliação médica.

Diante desse cenário, é importante que a população esteja ciente dos riscos causados pela onda de calor e adote medidas preventivas para garantir a sua saúde e bem-estar. O monitoramento das temperaturas e do índice de umidade do ar deve ser constante, assim como a atenção aos sintomas de insolação e desidratação.