
BRASIL – Senado aprova projeto de Lei Orgânica Nacional das Polícias Militares e Bombeiros, que aguarda sanção presidencial, unificando regras e garantias para as categorias.
Entre as principais garantias trazidas pelo projeto para os ocupantes desses cargos, da ativa, da reserva remunerada ou reformados, estão o uso privativo dos uniformes, insígnias e distintivos, porte de arma, assistência jurídica, seguro de vida e de acidentes, e assistência médica, psicológica, odontológica e social para o militar e seus dependentes. Além disso, cônjuge ou dependente terão direito à pensão do militar ativo, da reserva ou reformado correspondente ao posto ou patente que possuía, com valor proporcional ao tempo de serviço.
No entanto, o projeto também estabelece algumas restrições. Os policiais militares e bombeiros ficam proibidos, em horário de folga, de participar de manifestações político-partidárias ou reivindicatórias armados ou de uniforme, assim como se filiar a sindicatos ou partidos. Além disso, não podem manifestar opinião político-partidária publicamente ou em redes sociais usando a farda, patente, graduação ou o símbolo da instituição.
Outra disposição do projeto é a reserva de pelo menos 20% das vagas dos concursos públicos para mulheres. Na área de saúde, elas poderão concorrer à totalidade das vagas, além da aplicação da cota.
Em relação às armas de fogo, o projeto prevê que as armas utilizadas por policiais militares e bombeiros militares devem ser cadastradas no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma), assim como as armas particulares.
A proposta foi aprovada pelo Senado e agora aguarda a sanção presidencial para entrar em vigor. Com informações das agências de notícias da Câmara e do Senado.









