
BRASIL – Líderes internacionais cobram fim dos bombardeios de Israel sobre Gaza e respeito às leis internacionais. Palestinos já contabilizam mais de 7 mil mortes.
Os ministros das Relações Exteriores de países como Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Barein, Arábia Saudita, Omã, Catar, Kuwait, Egito e Marrocos condenaram os ataques a civis e as violações da lei internacional em Gaza. Em uma declaração conjunta, eles afirmaram que o direito à autodefesa de Israel não justifica a violação da lei e a negligência dos direitos dos palestinos. Além disso, os ministros destacaram sua condenação ao deslocamento forçado e à punição coletiva na região.
Nesse contexto, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Hossein Amirabdollahian, fez um alerta aos Estados Unidos, afirmando que eles “não serão poupados” caso a guerra em Gaza continue. Enquanto isso, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan criticou o Ocidente, alegando que ele ignora as leis quando o sangue muçulmano é derramado. Erdogan cancelou sua visita a Israel e lamentou ter apertado a mão do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante a Assembleia Geral da ONU em Nova York.
Por outro lado, o primeiro-ministro dos Países Baixos, Mark Rutte, reiterou a importância da operação para eliminar o Hamas, mas ressaltou que ela deve ser conduzida respeitando o Direito Internacional. De acordo com Rutte, é necessário realizar uma operação militar para acabar com o Hamas, pois isso é crucial para a sobrevivência de Israel a longo prazo. No entanto, ele enfatizou que essa operação deve minimizar os danos à população civil.
É importante destacar que essas informações foram obtidas através de informações das agências Reuters, Lusa e RTP. A situação em Gaza continua preocupante, com um alto número de mortos e um clamor internacional para que Israel respeite as leis internacionais e pare com a violência contra os civis palestinos. É necessário que as autoridades israelenses e palestinas busquem uma solução pacífica para o conflito, a fim de evitar mais derramamento de sangue e sofrimento para ambos os lados.









