
BRASIL – O Supremo Tribunal Federal (STF) apresenta livro e documentário que narram os trágicos ataques ocorridos em 8 de janeiro.
Os ministros do STF relataram suas impressões ao tomarem conhecimento dos ataques e explicaram as medidas tomadas para garantir a punição dos envolvidos. Servidores que atuaram na segurança das instalações também compartilharam suas experiências sobre como agiram ao perceberem que o prédio estava sendo invadido. Além disso, funcionários terceirizados contaram como foi realizado o trabalho para remover os destroços encontrados no dia seguinte aos ataques.
Uma prévia do documentário foi exibida aos ministros da Corte nesta noite. O filme completo está programado para ser exibido no dia 3 de setembro, às 22h, pela TV Justiça. Essa produção promete ser uma maneira impactante de mostrar ao público o que realmente aconteceu naquele dia e como o STF reagiu diante dessa situação desafiadora.
Vale ressaltar que a sede do Supremo é um prédio histórico, tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e possui obras de arte de renomados artistas plásticos, como Alfredo Ceschiatti e Athos Bulcão. Durante os ataques, os invasores quebraram e picharam os vidros da fachada do prédio, além de destruírem o plenário, cadeiras, bancadas, obras de arte e sistemas de segurança eletrônica e de incêndio.
Apesar dos danos causados, a maior parte da reforma do plenário foi concluída em 1º de fevereiro, quando os ministros abriram a primeira sessão de julgamento após a depredação. No entanto, de acordo com um levantamento feito pela Advocacia-Geral da União (AGU), estima-se que a depredação do STF tenha causado um prejuízo de aproximadamente R$ 11 milhões.
O lançamento do livro e do documentário “Democracia Inabalada” pelo STF representa uma forma de informar a sociedade sobre os ataques sofridos pelo tribunal e destacar a importância de proteger as instituições democráticas do país. É uma oportunidade única de testemunhar o compromisso dos ministros e dos servidores do STF em defesa da justiça e da democracia brasileira.









