
DENÚNCIA: Cícero Leonardo Terto, opositor de GG, teme por sua vida em Rio Largo

Cícero Leonardo Terto, conhecido por suas denúncias contra políticos e pessoas influentes do município de Rio Largo, em Alagoas, registrou um Boletim de Ocorrência nesta quarta-feira, 21, no 12º Distrito Policial, junto à Polícia Civil de Alagoas. Ele denunciou um suposto plano arquitetado por autoridades para assassinar sua pessoa. Segundo Terto, o plano estava previsto para ser executado no dia 1º deste mês, data de seu aniversário, porém foi abortado porque ele não se expôs em público, conforme ele afirma. As informações sobre o complô foram mencionadas em um vídeo divulgado pelo WhatsApp, que posteriormente vazou e circulou nas redes sociais dos moradores da cidade.
No vídeo, um homem identificado como Gesival Amaro, conhecido como ‘Neno Negão’ e presidente da Associação do Brasil Novo, supostamente ligado politicamente ao prefeito Gilberto Gonçalves, menciona um esquema planejado para assassinar Terto. O denunciante lembrou o caso de seu amigo Kléber Malaquias, que também fazia oposição ao atual prefeito e a políticos aliados a ele. Malaquias foi assassinado no dia de seu aniversário após fazer denúncias de desvios de recursos públicos e roubos em Rio Largo.
Terto relata que, na véspera de seu aniversário, foi convocado para uma audiência na Promotoria de Justiça de Rio Largo. Conforme o vídeo vazado, nessa ocasião, ele seria preso por injúria e, posteriormente, assassinado após ser encaminhado à Casa de Custódia.
Apesar das ameaças, Leonardo Terto afirma não se intimidar, mas demonstra preocupação por conhecer a “quadrilha que age em Rio Largo”. Ele menciona que fez denúncias envolvendo o atual prefeito e seus parentes, que estão supostamente envolvidos em crimes de mando e roubo, já investigados pela polícia. Terto acrescenta que o esquema de assassinato também teria o apoio do deputado Arthur Lira, atual presidente da Câmara dos Deputados. O teor da denúncia presente no Boletim de Ocorrência registrado por Cícero Leonardo Terto foi encaminhado ao Ministério Público Estadual e à Polícia Federal, com o objetivo de que as autoridades competentes investiguem o caso e tomem as medidas cabíveis









