
JOÃO LYRA – Movimento rural pede suspensão do leilão da Usina Guaxuma
O leilão da Usina Guaxuma, do grupo falido de João Lyra, pode não acontecer. O Movimento Via do Trabalho alega que a venda do empreendimento pode causar danos a terceiros já que a área em leilão tem escrituras e dividas incertas.
De acordo com o advogado Saulo Brito, os posseiros – Cooperativados – tem o direito de concessão de uso da propriedade pela Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, que está englobada na venda.
O pedido de suspensão do leilão foi encaminhado com caráter de urgência ao Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL). É a terceira vez que a administração judicial tenta vender as terras e as sucatas de Usina Guaxuma.
“Os agravantes estão como posseiros, em terra devidamente regirada conforme cabalmente e exaustivamente demonstrada aos Juízes da 1ª Vara Cível da Comarca de Coruripe – AL, tal fato afronta a Legislação Pátria”, justificou o advogado.
A primeira praça do leilão está marcada para o dia 19 de agosto. O empreendimento está avaliado em R$ 401,4 milhões.

